O mundo não é o que vemos, mas o que somos ...

Quinta-feira, 11 de julho de 2024

Na jornada do filo-sofando, descobrimos uma verdade crucial sobre a percepção: a realidade que habitamos é menos um dado objetivo e mais um reflexo do nosso estado interior.

Observe como o mundo se transforma de acordo com a sua bússola emocional. Quando estamos em plena harmonia, centrados e em paz, a vida parece conspirar a nosso favor. As pessoas ao nosso redor manifestam simpatia, e até os desafios se apresentam como oportunidades.

Contudo, basta uma sombra interna — o nervosismo, a frustração ou o descontentamento — para que o cenário mude drasticamente. De repente, até as presenças mais queridas se tornam fontes de atrito; a fala de um amigo é vista como crítica, e a alegria alheia, como afronta.

Essa dinâmica revela que o nosso "mundo" não é primariamente aquilo que alcançamos com os olhos, mas sim a projeção daquilo que estamos sentindo. É a nossa psique que colore a tela da existência, transformando o neutro em agradável ou em insuportável.

Portanto, a busca pela serenidade externa é, na verdade, uma demanda por ordem interior. Se a paz é o objetivo, a autorreflexão é o caminho, pois é no silêncio da alma que reside a verdadeira chave para transformar a qualidade de nossa experiência no mundo. A realidade externa é apenas o espelho da alma que a contempla.

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

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