terça-feira, 24 de junho de 2014

Não se preocupe, tudo isso não passa de uma grande ilusão...

Conhecido como “CONCEPTULIASMO”, esse seguimento estuda e defende a teoria de que tudo o que conhecemos como realidade, trata-se de uma ilusão, um arquétipo que cada ser humano forma dentro de sua mente com base nos seus conceitos e crenças de vida.
Você tem dúvida disso?
Então por favor, me explique, porque a mesma “realidade” pode ser vista, encarada e traduzida de forma completamente diferente por duas ou mais pessoas? Ambas, embora em direções radicalmente diferentes, acreditam mesmo enxergar a verdadeira realidade.
Essa questão não é nova. Veja o que disseram alguns pensadores...
“Um dia terá que ser admitido oficialmente que o que batizamos de realidade é uma ilusão até maior do que o mundo dos sonhos”. – disse Salvador Dalí quando questionado sobre o possível fato dele viver em uma outra realidade.
“A realidade é meramente uma ilusão apesar de ser uma ilusão muito persistente”. – dessa vez quem disse foi nada mais nada menos do que Albert Einstein.
Como esses gênios da humanidade, muitos outros também tiveram a coragem de admitir seu posicionamento diante dessa realidade virtual que vivemos.
Não podemos nos esquecer, que tudo o que sabemos, de que tudo que nos foi apresentado assim que chegamos a essa vida, nos foi imposto pelo meio em forma de aprendizado. Além dos nossos pais, parentes e amigos, toda uma sociedade tenta – constantemente – nos dizer como é o mundo e como devemos proceder.
Assim conseguimos explicar como duas pessoas aparentemente iguais, concebem seus mundos, suas realidades completamente diferentes.
Segundo alguns estudiosos, com base na filosofia oriental, nós todos somos fragmentos do pensamento de Deus, que experimenta o plano material através de sentimentos que são vivenciados na imaginação de cada partícula de sua criação.
Em outras palavras, podemos comparar a nossa “realidade” com o que sonhamos quando dormimos. Somos plenamente capazes de sentir a dor, o frio, a tristeza, o prazer... ou seja, tudo aquilo que podemos experimentar nessa que chamamos de “realidade”, podemos também, viver em um sonho dormindo.

Assim, por que viver tenso, estressado, ansioso, temeroso... Não se preocupe, tudo isso não passa de uma grande ilusão...

sexta-feira, 20 de junho de 2014

A incrível força da palavra “não”...

Até hoje, eu não sou capaz de enxergar às dimensões dessa pequena palavra e todos os seus efeitos nocivos a nossa vida. O simples ato de pronunciá-la, parece reverter todo o sentido e a direção do que desejamos, não apenas para nós mesmos como também para aqueles que nos cercam.
Quem já pode observar quando dizemos um “não” para uma criança? Com certeza, quando dizemos isso, parece que estamos dizendo “sim” faça isso. Ou quando ouvimos a mãe dizer: Cuidado para “não” derramar o leite. A primeira imagem que vem nos vem à mente, é o leite derramando. Para a criança também.
De uma forma ainda não compreendida, nosso cérebro não reconhece a palavra “não”. Sabedora disso, a cultura milenar oriental sempre tratou muito bem essa questão, evitando pronunciar ou se quer pensar nessa palavra.
Em seu livro, A Arte da Felicidade, Dalai Lama descreve muito bem essa questão:
“Se abordarmos nossas escolhas na vida tendo isso em mente, será mais fácil renunciar as atividades que acabam nos sendo prejudiciais, mesmo que elas nos proporcionem um prazer momentâneo. O motivo pelo qual costuma ser tão difícil adotar o ‘É só dizer não!’ encontra-se na palavra ‘não’. Essa abordagem está associada a uma noção de rejeitar algo, de desistir de algo, de nos negarmos a algo.”
“Existe, porém, um enfoque melhor: enquadrar qualquer decisão que enfrentemos com a pergunta ‘Será que ela me trará felicidade?’. Essa simples pergunta pode ser uma poderosa ferramenta para nos ajudar a gerir com habilidade todas as áreas da nossa vida, não apenas na hora de decidir se vamos nos permitir o uso de drogas ou aquele terceiro pedaço de torta de banana com creme.”

Assim, comece a se policiar e com isso evitar essa pequena palavra. Com certeza você estará melhorando um pouquinho mais a sua vida, pois você vai conhecer a incrível força da palavra “não”...

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Lua, a sua vida depende dela...

No início da criação, o universo vivia uma catástrofe cercada de forças titânicas, que trabalhavam em conjunto e com um propósito inicialmente inimaginável.
Todos os planetas em formação neste período, eram constantemente bombardeados por asteroides menores que ao contrário do que possamos imaginar, não objetivavam destruir os planetas em formação, mas sim, no nosso caso, prepará-lo para que nele, pudesse existir a mais bela e singular criação de Deus, a vida.
A Terra, como os outros planetas, girava em seu eixo desordenadamente a uma velocidade surpreendente. No início da sua formação, calcula-se que os dias e as noites eram de aproximadamente 04hs com ventos que variavam em mais de 160 km/hora.
Há exemplo de outros planetas, a Terra ainda não possuía o nosso satélite natural, a nossa Lua. Assim, o nosso recém formado planeta ficava suscetível às forças gravitacionais de outros grandes conglomerados (planetas).
Em cada posicionamento em linha com qualquer um desses planetas, a força gravitacional alterava o eixo da terra, mudando completamente as condições climáticas, alterando radicalmente os polos e com eles às condições de frio e calor.
Começamos então a entender como tudo foi minuciosamente preparado, calculado e com uma inteligência inimaginável, para que a nossa vida pudesse existir.
Precisando estabilizar o eixo do nosso planeta, para que essas brutais variações de temperatura deixassem de ocorrer, um enorme asteroide, medindo quase que metade do tamanho da Terra, chocou-se violentamente, emergindo e solidificando um pouco mais o nosso planeta ainda incandescente.
Se não o bastante, esse choque provocou um desprendimento de uma quantidade de massa também incandescente da Terra, arremetendo-a a sua órbita, deixando-a presa a nossa força gravitacional. Essa grande massa não poderia se unir novamente ao planeta Terra, pela força com que fora expelida, mas também não conseguia se afastar devido à força gravitacional que a massa maior (Terra) provocava na menor (Lua).
Assim, nasceu a nossa Lua e pasmem: a “ÂNCORA” que o nosso planeta necessitava para manter-se firme em seu eixo de 23°, o ângulo exato para que houvesse a melhor e mais estável distribuição climática em todos os cantos do planeta.
Faz-se necessário destacar, que em nosso sistema solar, nenhum outro planeta possui um satélite natural, ou uma Lua proporcionalmente tão grande e próximo como a nossa, capaz de fazer com que seus eixos se mantenham estáveis e consequentemente sem mudanças radicais de temperatura e tantos outros fenômenos climáticos, capazes de extinguir qualquer tipo de vida, seja orgânica ou animal.
O que eu quero dizer com tudo isso? Certamente não se trata de mais um pouco de cultura inútil ou mera curiosidade. Meu mais sincero desejo é mostrar como a “Mãe Natureza” está a cada milionésimo de segundo pensando em você, preocupada com você, te protegendo, assegurando a sua vida...
Nós precisamos entender e – definitivamente – aceitar que existe sim, uma Força maior que nos envolve, capaz de nos assegurar a vida e a nossa prosperidade. Assim, aproxima vez que você olhar para o céu e vê-la brilhando, lembre-se: Lua, a sua vida depende dela...

segunda-feira, 16 de junho de 2014

As crianças possuem todas as respostas...

...Uma densa névoa dificultava a visão. Na verdade, eu não sabia se estava anoitecendo ou se o dia se preparava para nascer. Eu só sei que diminuía a velocidade dos passos, tentando entender melhor...

...Os sons, por sua vez, ecoavam como num vazio absurdo. Vozes da natureza, audazes e melancólicas. O medo se fazia presente. A vida, vez por outra, era retratada através de lembranças obscuras, imperiosas ao meu domínio. Um mundo diferente se apresentava à minha concepção. Um mundo novo, um universo a ser recriado batendo à porta insistente...

...Agora o som inconfundível do mar se fazia presente. Tentando aguçar os meus ouvidos, eu procurava caminhar em sua direção. Mas aquela densa névoa, continuava insistente e nada, absolutamente nada me era permitido ver...

...Percebo uma luz acima dessa enorme nuvem que resolvera descer a terra. Eu não podia olhar para cima. Demasiadamente forte essa claridade não me permitia sequer, ficar com os olhos abertos. Levo as duas mãos à cabeça, afagando meus próprios cabelos. Tentativas inúteis de compreensão...

...O mar por sua vez, tentava me guiar, mostrando-me o seu rumo. Cuidadosamente, amedrontado eu continuava seguindo em sua direção...

...Um dia, um momento onde tudo podia acontecer, uma vida inteira poderia ser vivida, o inexplicável surgiu imperioso, sacudindo a própria razão, mas mostrando que o caminho era e deveria ser aquele mesmo...

...Seguir a esses impulsos, era como obedecer sem questionar o meu “Ser Interior” que por alguma razão parecia estar mesmo ligado, conectado ao ser, “Ele” mesmo, o próprio Criador...

...Eu era um menino, ou pelo menos eu me sentia um menino. A pureza dessa condição, embora ainda não compreendida, mostrava-me sinais de que a vida e toda sua complexidade poderiam ser desvendadas caso essa condição pudesse ser mantida. Mesmo com toda complexidade do momento e esse peso nas costas, eu sabia: as crianças possuem todas as respostas...     

domingo, 15 de junho de 2014

Toda negatividade do desejo obsessivo...

E se alguém de repente falasse que todo desejo obsessivo trás consigo uma enorme carga de energias negativas que – literalmente – trabalham contra esse próprio desejo?
E se alguém falasse que quanto maior for esse desejo, mais obstáculos você cria para sua realização?
Há princípio pode parecer absurdo. Imediatamente vamos dizer: Como eu posso trabalhar contra aquilo que eu mais desejo?
Feliz ou infelizmente, eu não sei, esse comportamento é mais comum do que imaginamos. Quando nasce em nós um desejo, um grande desejo, na maioria das vezes nós colocamos nessa realização toda a nossa perspectiva de felicidade.
Assim, a falta desse desejo ainda não concretizado, começa a criar uma série infindável de sentimentos negativos, que por sua vez criam posturas negativas em relação a que desejamos.
Esses sentimentos negativos, normalmente variam entre a impaciência, o nervosismo, o desconforto, a ansiedade... e tudo isso junto, termina formando um estado que nos tira da sintonia, da harmonia com o que tanto desejamos.
O doutor Deepak Chopra, em “As Sete Leis Espirituais do Sucesso”, destaca de forma brilhante essa questão quando diz que devemos lidar com os nossos desejos sem nos apegar aos seus resultados. Em outras palavras, devemos ter sim os nossos desejos, mas não podemos permitir que esses sintomas, citados ainda acima, alterem o nosso comportamento, o nosso estado de espírito.
Como isso é possível? Como posso ter um grande sonho, um forte desejo e não sofrer por ele ainda não estar realizado?
Por incrível que possa parecer, a resposta a essa questão é fácil. Para isso, temos que estar atentos a um único e simples detalhe:
Não podemos vincular toda a nossa felicidade, em hipótese alguma simplesmente na realização do que desejamos.
Não podemos confundir realizações com a VERDADEIRA FELICIDADE, que só pode ser atingida quando conseguimos estar em paz, em harmonia com nós mesmos.
A maior prova de tudo isso, está simplesmente em um fato que tenho certeza, já ocorreu várias e várias vezes com você mesmo. Quantas vezes você acreditou que na conquista disso ou daquilo, você conseguiria ser feliz?
Mas, pouco tempo depois de ter conseguido o que desejava, aquela conquista começa a perder o seu efeito mágico até que você o larga completamente e acaba condicionando a sua felicidade a outro objetivo.
Essa consciência é importante hoje, quando nos lembramos do nosso desejo que ainda não foi conquistado e vem nos causando sofrimento, dor, impaciência, melancolia...
Desapegar-se do resultado final diante de um desejo, em outras palavras é viver antecipadamente tudo de bom que essa expectativa nos trás, mas conscientes, muito conscientes de que a nossa verdadeira felicidade não depende dessa ou daquela realização.
A maior prova de tudo isso está no fato de que, normalmente você consegue o que deseja, quando praticamente, depois de muito tentar e não conseguir termina desistindo, ou seja, foi quando você parou de trabalhar contra o seu desejo, quando você parou com toda negatividade do desejo obsessivo...

sábado, 14 de junho de 2014

Paciência, uma virtude ou um estado de consciência...

Você acredita que a paciência é um dom, uma virtude que algumas pessoas possuem?
Há princípio pode até parecer que sim, mas se nos permitirmos a uma análise mais profunda da questão, podemos começar a enxergar essa questão de um modo diferente.
— Por que alguns não se deixam e não se permitem afetar por situações contraditórias, com comentários, com o comportamento de outras pessoas?
Na verdade, quando temos a verdadeira consciência do que e de quem realmente somos, nenhum comentário, nenhuma situação pode nos atingir. Perder a paciência, frase que tanto ouvimos nada mais é do que deixar-se, permitir-se ser atingido, afetado por aquela situação ou pessoa.
Nós não podemos esquecer nunca, que vivemos uma verdade, uma realidade subjetiva, onde cada situação, cada pessoa que interage em nossas vidas, passa por um “FILTRO” psicológico em nossas mentes e então, somente então decidimos se aquilo vai ou não nos afetar.  
Perder ou não a paciência, está diretamente ligado ao fato de estarmos ou não conscientes do momento, de quem somos e, principalmente de como estamos nos sentindo a cada momento de nossas vidas.
Se você está em harmonia com você mesmo, todo o meio se transforma e aquele “FILTRO” a que me referi ainda acima, faz com que você assimile e transforme qualquer situação em coisas boas e agradáveis em sua vida.
 Não adianta, por mais volta que podemos dar nessa enigmática passagem por esse meio, a verdade continua sendo uma só: temos que estar bem com nós mesmos. Procurar, esperar que o nosso mundo externo melhore para nos sentirmos bem é e continuará sendo o maior erro de nossas vidas.
Toda mudança que queremos e toda vida que desejamos viver, tem que começar de “dentro para fora”. Enquanto você não estiver bem com você mesmo, o mundo inteiro estará contra você. Aprenda, definitivamente a ver que, todo insulto, toda situação que te desagrada, nada mais é senão o mais puro reflexo de tudo o que você está vivendo internamente.
Saiba com isso exatamente onde você deve trabalhar. Não no seu mundo exterior, mas sim “você” com “você” mesmo. Assim você entenderá: Paciência, uma virtude ou um estado de consciência...

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A espera de um milagre...

Acredito que todos já tiveram uma situação que pode se dizer: A espera de um milagre. Desde que Adão deixou o Paraíso, gradativamente o homem seguiu sua jornada esquecendo-se dia após dia, ano após ano, através dos séculos, dos milênios a sua verdadeira identidade.
De um “Fragmento Divino”, capaz de construir, operar verdadeiros milagres, esse mesmo homem vem reduzindo o seu poder e se afastando cada vez mais e mais da sua mais profunda essência.
Há alguns milênios atrás, o homem, a exemplo dos animais, apenas olhando o céu, apenas sentindo o clima, era capaz de prever (com precisão) como ficaria o tempo, e ainda como os animais, podia se afastar das áreas onde aconteceriam catástrofes naturais. Hoje, são necessárias toneladas de equipamentos altamente sofisticados para monitorar o tempo e mesmo assim, com uma grande margem de erros.   
Hoje, o mesmo homem que operava milagres, por deixar cada vez mais longe a sua identidade, vive esperando que alguém, que alguma força externa, que algum poder divino faça o que ele se esqueceu que pode fazer.
Ainda assim, a vida continua e todos eles que esperam por esses milagres, vivem constantemente um VERDADEIRO milagre. Às suas vidas é um milagre. Desde o momento da sua concepção, que foi um monstruoso milagre até a manutenção da sua vida hoje, que é sem dúvida outro grandioso milagre, todo ser humano vive simplesmente rodeado de milagres consecutivos, diários em sua vida.
Se não bastasse tudo isso, todas as nossas realizações (eu disse todas) sejam elas para a nossa felicidade ou não, podem e devem ser consideradas milagres. Assim, podemos – seguramente – dizer que todos nós diariamente, constantemente estamos operando milagres em nossas vidas.
A grande questão então é que, em 99% das vezes, operamos os nossos milagres de forma inconsciente. Assim, o resultado nem sempre é o desejado. Mas, você tem que admitir: Quem fez foi você! O responsável é totalmente você.
Temos que lembrar, temos que resgatar a nossa verdadeira condição de “Fragmento Divino” totalmente capaz de operar MILAGRES CONSCIENTES e viver plenamente as nossas existências.
Da próxima vez que você estiver com algum grande problema, pense um pouco em tudo isso, principalmente quando você se colocar A espera de um milagre...

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Opostos, um grande erro...

Aquilo que sempre nos pareceu tão evidente, aquilo que nos ensinaram desde criança a ver e acreditar termina caindo por terra, quando ampliamos nossa consciência.
Fomos educados a ver e acreditar que na vida, tudo tem o seu oposto. O dia e a noite, o calor e frio, o bom e o ruim, o claro e o escuro, a vida e a morte. Há princípio, até parece existir certo sentido, mas se conseguirmos tentar enxergar um pouco mais longe, veremos que na verdade, na verdade mesmo, isso não existe.
Na filosofia oriental, enxergar os opostos é o princípio do sofrimento. Eles acreditam que uma situação existe e pronto. Se ela é boa ou não, esse é um “julgamento” de cada um. O certo ou o errado dependem exclusivamente da concepção, do conceito e da análise que cada um faz.
Assim, fica fácil entender que o grande obstáculo que encontramos em nossas vidas é uma pequena palavra chamada “julgamento”. O ato de “julgar”, analisar, criticar ou coisa assim, é tirar do fato em si, é retirar do objeto ou pessoa, a sua verdadeira essência que continuará oculta para nós.
Hoje, sofremos porque “julgamos” que a nossa situação é ruim, ou não está conforme desejávamos. Caso não houvesse o julgamento, caso não tivéssemos colocado nela o nosso conceito de certo ou errado, veríamos qualquer situação como ela é, apenas uma situação e mais nada. Como tantas e tantas outras, que passa como uma nuvem no céu e você, você sofreu, se debateu, se irritou atoa.
Quando julgamos, procurando um dos nossos conceitos de certo ou errado, de bonito ou de feito, de agradável ou desagradável, consumimos uma quantidade absurda de energia. Além de toda energia desperdiçada, agindo assim, mascaramos a verdadeira realidade, realidade essa que seria fundamental para a compreensão do que está acontecendo e vivermos melhor.

Na verdade, os opostos não existem. Existe sim uma situação, um fato, uma determinada coisa ou pessoa. Ela é por si só o que é. Não classifique, não julgue, não tente definir o que ela é com os seus conceitos. Apenas aceite e se abra para ela, seja lá como se apresente. Agindo assim, você entenderá: opostos, um grande erro...

quarta-feira, 11 de junho de 2014

Você não está sozinho, outras forças também interagem

Um sonho de quase todo ser humano é sem dúvida mudar a sua própria vida. De certa forma é fácil entender isso. Como característica de sua natureza, o homem acredita que a felicidade está sempre naquilo que ele ainda não possui. Não deixa, no entanto, de ser uma condição saudável, uma vez que esse ímpeto nos arremete sempre a busca de novos horizontes. Porém, os excessos, quando nos entregamos inteiramente nesse sentido, nos faz perder a noção de tudo de bom que já possuímos, do que já conquistamos, fazendo-nos infelizes.
Um outro exemplo de equivoco da humanidade, consiste certamente em seu próprio julgamento relacionado ao conhecimento que possui. Por vezes o homem se esquece que ele faz parte de uma natureza, de um processo infinitamente maior que a sua própria consciência. Dessa forma, admitir que sabemos muito pouco sobre nós mesmos, passa ser a essência fundamental para todo esse processo.
Devido aos poderes que nos foram dados, passamos a acreditar que podemos tudo, e mais, tudo ainda da forma como achamos que deve ser. Um terrível engano. Sabemos que a capacidade do homem é quase que infinita, mas como interagimos com todo um enorme processo que nos cerca, entender esse detalhe tão importante, torna-se o fator decisivo para o tão sonhado sucesso.
Fazendo uma excelente analogia com relação a todas as forças que estamos submetidos, lembro-vos da arte de velejar. Nela, o navegar pode e deve estabelecer um rumo, um objetivo final. Mas, ele sabe que, de acordo com as condições do tempo, os caminhos a serem percorridos, não dependem de sua vontade própria. O navegador em questão, mesmo sabendo onde deseja chegar, não possui o controle dos ventos, que ora pode soprar do leste, ora do oeste, do norte ou mesmo do sul.
Para poder ser bem sucedido, esse navegador tem que ter a consciência de que ele – definitivamente – não possui o controle dessas forças da natureza. Mas, ele precisa fazer uso delas todas, se deseja alcançar seu objetivo final. Caso ele tente impor suas próprias regras nesse sentido – como na maioria das vezes tentamos fazer em nossas vidas – o desastre, o fracasso, se mostram muito mais eminentes.
Na maioria das vezes, não só desejamos determinado objetivo, como também determinamos como deveremos chegar lá. Quando por culpa de algum imprevisto nos desviamos desse rumo, mesmo que por muito pouco, nos entregamos a estados depressivos, gerando com eles, sentimentos que tendem a nos prejudicar – e muito – em relação ao desejo inicial.
Caso agíssemos como o navegador, que há quase todo instante se vê obrigado a corrigir sua direção devido as constantes mudanças de tempo, com a consciência de que só assim pode atingir seu destino, não sofreríamos com as intempéries tão características no dia-a-dia.
Para o navegador, o mais importante é chegar aonde determinou, não importando quantas vezes ele tenha ziguezaguear para isso. Mais uma vez eu repito: ele tem real consciência que não pode controlar a direção, a força do vento que o impulsiona. Em vez de tentar controlar a Mãe Natureza, ele procura utilizar, da melhor forma possível, todo o seu indescritível poder. Será que fazemos exatamente isso em relação a nossas vidas?

Lembre-se: Você não está sozinho, outras forças também interagem.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Postura mental, o que faz a diferença

Quando observamos o ser humano e sua interação com o meio, percebemos algo que realmente prende a nossa atenção: suas realizações. Assim, inconscientemente, somos arremetidos a questionamentos onde nem sempre as respostas parecem fazer sentido.
Diante de alguns, cujo sucesso se mostra estrondoso, nem sempre conseguimos justificar ou mesmo encontrar subsídios capazes de trazê-lo onde chegou, muito menos sustenta-lo onde se encontra.
Por outro lado, o reverso da moeda se mostra imperativo. Pessoas com um talento incomum, que excedem às expectativas, mas que vivem dentro de um profundo anonimato sem nunca experimentar o sabor de uma simples vitória.
Assim, o que acontece, o que provoca essa divergência tão acentuada e inversamente radical?
Dentro de uma análise um pouco mais minuciosa nesse sentido, podemos classificar essas pessoas, resumidamente em três categorias:

— Os que tem “estrela”, mas não possuem talento.
Pessoas que brilham, se realizam e poucos ou ninguém consegue justificar esse feito. Temos no mundo artístico vários e vários exemplos nesse sentido. Apresentadoras e apresentadores de TV, cantores, escritores, atores que fazem grande sucesso, mas que não sabem cantar, apresentar, representar, escrever ou qualquer coisa assim, mas que inexplicavelmente se realizam dentro de seus objetivos.

— Os que tem talento, mas não possuem “estrela”.
Aqueles que são excepcionalmente talentosos em seus respectivos seguimentos, mas que levam uma vida medíocre, sem realizações, sem felicidade. Vemos muitos exemplos nesse sentido para onde lançarmos nossos olhos e inconformados, não conseguimos entender como isso é possível.

— Os que tem “estrela” e possuem talento.
Esse seleto grupo de pessoas é sem dúvida a grande minoria que, dentro dos bem-sucedidos, acredito somarem menos de 5%. São aqueles famosos que justificam – plenamente – todo o sucesso que desfrutam.

Agora vem a grande pergunta: o que vem a ser essa “estrela” que parece fazer toda a diferença entre o fracasso e o sucesso?
Dentro de praticamente todas as culturas milenares, um posicionamento se mostra comum, quanto ao ser humano e suas realizações. Basicamente elas acreditam que o que – verdadeiramente – define o grau de realização ou não de uma pessoa, não é exatamente o seu talento, vocação, dedicação, mas sim, a sua “POSTURA MENTAL” em ralação ao que ela deseja.
A “POSTURA MENTAL” está diretamente relacionada como o seu desejo age e interage com os seus mais profundos princípios e crenças. Você pode muito, mais muito mesmo desejar determinada coisa, trabalhar intensamente, se desenvolver nesse sentido, mas você em seu mais profundo ser, tiver algum sentimento que vá contra essa realização, saiba que nada acontecerá.
Aliás, essa é uma das atitudes mais comuns no meio profissional. Nos preocupamos e nos dedicamos demasiadamente em nosso aperfeiçoamento dentro dos nossos segmentos, mas esquecemos da nossa “estrela” da nossa “POSTURA MENTAL” em relação a tudo isso.

Dentro da Lei da Ação e Reação, o Universo não quer saber se você tem ou não talento, merecimento ou qualquer coisa assim para realizar o seu desejo, para Ele, o Universo, só importa uma coisa, que você esteja em harmonia com aquilo que deseja, ou seja, postura mental, o que faz a diferença.

sábado, 7 de junho de 2014

A importância de estar feliz...

Tudo, tudo que podemos fazer para realizar os nossos objetivos, só pode ser feito no “momento presente”. Ficar sonhando com o que se deseja, sentindo a falta do que ainda não se realizou, ou ficar sofrendo pelo que foi feito de errado no passado, temos que reconhecer: não nos leva a absolutamente nada, a não ser permanecermos no mesmo ciclo, rodando e rodando, sofrendo e sem sair do lugar.
Sabedores de tudo isso, podemos perceber que para criarmos o que desejamos, precisamos invocar as forças da Mãe Natureza e, acima de tudo, permitirmos que Ela trabalhe conforme nossas vontades.
Para se atingir esse estado ideal, somente conseguimos sob uma única condição: estarmos em harmonia com o meio, com tudo que age e interage com nós e com os nossos objetivos. E, esse estado só é possível quando sentimos alegria, quando estamos bem e felizes.
Eu sei! Eu sei muito bem! Quando estamos vivendo qualquer situação adversa aos nossos sonhos, temos uma tendência direta ao descontentamento, à tristeza, à revolta e o inconformismo.
Mas, é exatamente nessa hora que precisamos ter a consciência de tudo exposto acima. É nesse momento que precisamos fazer alguma coisa, qualquer coisa com o único objetivo de nos sentirmos bem, felizes.
Não é fácil, principalmente se você tentar fazer isso se enganando ou coisa assim. Porém, existem algumas atitudes que podem ser adotadas nesse sentido, sem que para isso você se desvie dos seus mais profundos sonhos.
Uma alternativa muito eficaz é se dedicar, trabalhar em função de tudo que se deseja, procurando imediatamente “não” o resultado positivo, ou seja, a realização do objetivo final, mas sim, procurando o “verdadeiro prazer” a “satisfação” que essa tarefa certamente nos proporcionará.
Há princípio, você pode achar que está se desviando dos seus verdadeiros objetivos, mas na verdade, sentindo o prazer, a alegria e a satisfação com aquilo que estiver fazendo, você estará mesmo traçando o caminho mais curto para conseguir realizar tudo, tudo mesmo o que mais deseja e assim, você descobrirá a importância de estar feliz...

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Eu, agora, estou em paz, em paz e feliz...

— Em qualquer circunstância, eu estou no lugar certo e na hora certa.
— Eu posso não ser uma pessoa especial, mas sou único.
— Comecei a ver que eu não tinha de sair em busca da vida. Se eu ficar quieto e parado, a vida vem me encontrar.
— Pude perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que estou indo contra a minha mais profunda verdade.
— Aprendi a satisfazer meus desejos, sem achar que era egoísmo.
— Parei de desejar que minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
— Comecei a perceber uma presença Divina dentro de mim e a ouvir sua orientação. Estou aprendendo a confiar e a viver de acordo com ela.
— Passei a caminhar todos os dias, a usar a escada e vez do elevador e a escolher sempre o caminho mais bonito.
— Passei a ser a minha própria autoridade, ouvindo apenas a sabedoria do meu coração. É assim que Deus fala comigo. Isso é o que se chama intuição.
— Comecei a ver que o meu ego é parte da minha alma. Ao perceber isso, meu ego perdeu sua estrindencia e paranoia e pôde me servir melhor.
— Consegui perceber Deus dentro de mim e ver Deus nos outros. Isso nos torna todos Divinos.
— Procurei me manter neutro, sem classificar as coisas de certas ou erradas. No início, chamei isso de indiferença, hoje percebo que a neutralidade nos faz ver tudo com mais clareza.
— Passei a encontrar um prazer cada vez maior na solidão e a usufruir a inexplicável e profunda satisfação que a sua companhia trás.
— Desisti de tentar me livrar das vozes críticas da minha cabeça. Hoje digo “Obrigado por sua opinião”, e elas se consideram ouvidas. Fim da discussão.
— Percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar... Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
— É por isso que: Eu agora, estou em paz, em paz e feliz...

(adaptado desconhecido)

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O bom jogador é aquele que sabe jogar com as cartas que tem à mão...

Nenhum jogador de cartas no mundo tem o poder de escolher as cartas que vai receber, mas o bom jogador tira o melhor proveito das cartas que recebeu.
Ninguém, ninguém mesmo pode controlar completamente o meio onde vive. Aliás, podemos dizer que a sua abrangência de controle é muito, muito pequena dentro a grandiosa gama de possibilidades.
Assim, para que possamos nos dar bem na vida, precisamos aprimorar o nosso poder de absorver, transformar, adaptar e tirar o melhor proveito de qualquer situação que se apresente em nossas vidas.
Você nunca vai conseguir controlar tudo! Cada situação, cada pessoa... tem a sua vida, o seu universo particular que não permite interferências. Você não vai conseguir manipular o universo, para que ele possa agir exatamente com você deseja. Você precisa se conscientizar, de uma vez por todas que, em vez de empenhar um esforço insano para conseguir o controle de tudo, esse esforço deve estar voltado para você mesmo.
Em outras palavras, precisamos nos desenvolver até chegarmos a um nível onde nada, absolutamente nada pode nos afetar. Nada, absolutamente nada possa ter forças para nos tirar do nosso eixo, do nosso ponto de equilíbrio. Quando atingirmos esse grau de desenvolvimento, saberemos tirar proveito, ou melhor, saberemos com lidar com qualquer situação e tirar dela o resultado desejado.
Você já se machucou muito tentando forçar situações e pessoas conforme os seus desejos. Já é hora de aceitar tudo e a todos, assim como são e, crescer, crescer internamente até atingir um estado onde possa adequar qualquer situação para ser feliz.
Olhe para cada acontecimento em sua vida. Antes de esboçar qualquer reação, antes de condenar, rechaçar e se revoltar, pare e se pergunte:
Tudo bem, aconteceu dessa forma, não foi exatamente do jeito que eu desejava, mas agora, como posso transformar isso no que eu queria?

Você não pode esquecer que, o bom jogador é aquele que sabe jogar com as cartas que tem à mão...

quarta-feira, 4 de junho de 2014

A inteligência de Deus...

Por que acreditamos em um Deus que fica lá em cima, distante, nos observando e fazendo as suas anotações, para nos recompensar ou punir depois?
Por que acreditamos em um Deus onde não podemos ter um acesso direto, apenas através de intermediadores?
Por que muitas religiões não aceitam a reencarnação, mas defendem categoricamente que você nasceu com um pecado original, cometido por um ancestral (o primeiro), ou seja, você mesmo? Esse pecado original não poderia então ser chamado de “CARMA”? Ou seja, de vidas passadas?
Alguma vez em sua vida, você já pensou ou se sentiu como um filho que não pode falar diretamente com o seu pai? Ou que o seu pai, em vez de estar ao seu lado participando da sua vida, da sua educação, do seu crescimento prefere ficar distante, registrando todos os seus erros para te punir depois?
Não quero entrar no mérito da questão, do porquê as religiões defendem estes princípios. Afinal, o objetivo deste estudo não é fazer críticas e nem tentar explicar como a “doutrina” na vida dos homens funciona como o “adestramento” para os animais irracionais, que obedecem e seguem seu adestrador por medo, temor ou para ganhar um presente, e não por consciência e amor.
O meu foco de estudo está voltado para a “INTELIGÊNCIA DE DEUS” e ao contrário do que você possa pensar, eu não sou um “ateu” por não ter uma religião específica. Considero-me sim um devoto, um fã incondicional, um admirador inquestionável e mais, um eterno apaixonado por Deus e tudo isso não é por medo, muito menos pela espera de alguma recompensa.
Vivo todos os dias apreciando as suas obras espalhadas por onde os meus olhos podem chegar, por onde a minha percepção pode senti-Lo, pelo que faz o meu coração pulsar a cada dia, a cada novo dia e viver o seu amor “INCONDICIONAL” a toda criação, sempre sustentando a vida de tudo e de todos nós, desejando apenas que sejamos felizes e realizados e que possamos viver toda sua magnitude.

A inteligência de Deus.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Coincidências, o acaso...

Você acredita em simples coincidência?
Você acredita no acaso?
Dentro de um universo matemático, onde o equilíbrio predomina desde as forças mais sutis até às mais poderosas manifestações da natureza, não existe uma única “coincidência”, nenhum mero “acaso”.
Na verdade o que existe, é a nossa modesta e limitada compreensão de uma gama infindável de acontecimentos que – infelizmente – não chegamos ao seu entendimento e com isso, para se ter uma resposta, terminamos chamando de “coincidência”, ou um simples “acaso”.
O psicólogo suíço Carl Jung foi o primeiro pensador moderno a definir esse misterioso fenômeno. Ele o chamou de “sincronicidade” – a percepção da coincidência significante e passou a investigar, a reparar e tentar entender o verdadeiro significado de cada fato decorrente em nossas vidas.
Dentro da sabedoria oriental, nenhuma folha sequer cai de uma árvore sem um motivo, sem um propósito específico. Assim, em nossas vidas, tudo, exatamente tudo que acontece possui um profundo e revelador significado em todos os sentidos.
Porém, para começarmos perceber alguma coisa nesse sentido, a primeira e fundamental etapa é o desligamento do nosso “piloto automático” que atravessa por cada situação, por cada acontecimento sem se aperceber de nada.
Quantas e quantas vezes você chegou em casa, depois de um estressante dia de trabalho e não foi capaz de lembrar de nada, absolutamente nada do caminho que fez, como chegou? Você estava no “piloto automático”. Durante esse trajeto, uma infindável gama de oportunidades atravessou o seu caminho, mas você não estava presente para percebê-los.
O exemplo acima exemplifica a nossa desatenção com o meio, com tudo que nos cerca e, com isso, um entendimento maior é quase impossível.
Para começarmos entender a “sincronicidade” do universo e tudo que acontece em nosso dia-a-dia, somente a consciência do “momento presente” pode nos dar as primeiras pistas do que o universo está – constantemente – nos tentando dizer.
Assim, na próxima vez que alguma coisa diferente acontecer, na próxima vez que um pensamento totalmente diferente invadir a sua mente, PARE e se pergunte: qual o verdadeiro sentido de tudo isso? O que a “Mãe Natureza” está tentando me dizer?
Lembre-se sempre: essa “Mãe Natureza” está a cada milionésimo de segundo sempre tentando te ajudar em todos os sentidos, tentando atender a todas as suas vontades.
Então e somente então, você começara a compreender que não existem coincidências, o acaso...  

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A ansiedade, o mal do século

Reconhecida hoje como o mal do século, a ansiedade é o início de toda uma gama de problemas psicológicos que rapidamente se tornam físicos e, com isso, derrubam drasticamente a qualidade de vida de mais de 90% da humanidade.
Estar ansioso, resumidamente significa se preocupar, criar expectativas exageradas com o futuro. Essa atitude mental, gera dentre muitos sentimentos, a tensão, a preocupação, o medo, a irritabilidade, a angustia, ou seja, todos os sintomas prejudiciais à nossa saúde física e mental.
Além de todos esses destrutíveis efeitos causados pela ansiedade, outra forte característica está diretamente voltada a inércia. Sim! Porquê quando ansiosos, geralmente nos colocamos num estado imóvel, paralisados, aguardando por um milagre que possa resolver os nossos problemas e realizar os nossos desejos.
Em outras palavras, resumidamente, estar ansioso é “não estar vivendo no tempo presente”.
É exatamente a entrega a esses devaneios futuros, do pode ou não acontecer, que nos impede de viver o “momento presente” e nos coloca como uma criança, que literalmente acredita que existe um monstro debaixo da sua cama.
Pesquisas realizadas no mundo inteiro sobre os temores causados pela ansiedade, comprovam que 98% desses receios terminam não acontecendo, ou seja, isso significa que sofremos inutilmente por alguma coisa que – muito provavelmente – não irá acontecer.
Lembro que todo o trabalho, que o verdadeiro trabalho só pode ser realizado no “momento presente”. Assim, se você vive sofrendo com a ansiedade e todos os seus efeitos negativos relacionados, lembre-se que tudo isso significa que você está deixando de viver o seu “presente” e se entregado a temores que certamente não acontecerão.

A única atitude que fazem as coisas acontecerem é a ação e, esse agir, só pode ser concebido no “momento presente”. Esteja no “presente”, viva o “presente”, respire o “presente”, assim você pode começar a diminuir os nocivos efeitos da ansiedade, o mal do século.

domingo, 1 de junho de 2014

A sabedoria da incerteza, da insegurança...

Por mais estranho que possa parecer, todos os grandes mestres defendem que a verdadeira sabedoria habita justamente na incerteza, na insegurança. Infelizmente, para nos sentirmos bem, temos que estar naquilo que conhecemos como “zona de conforto” onde tudo é conhecido, onde tudo é previsível, onde tudo está absolutamente sob o nosso controle e caminhando bem.
Se essa condição nos deixa “confortável” ela também nos arremete a um estado de “não desenvolvimento”. É simples: se tudo está previsivelmente de acordo com o que desejamos, não existe nenhuma necessidade de criar, de inovar, de desenvolver nosso conhecimento para resolver nada, para conseguir nada.
Essa estagnação é plenamente prejudicial ao desenvolvimento do ser humano. Exemplos e mais exemplos disso podem ser observados na natureza. Você já teve a oportunidade de ver uma borboleta saindo do seu casulo? Ela luta, ela desempenha um esforço absurdo que a leva quase a morte.
Mas, é exatamente todo esse esforço que faz com que suas asas ganhem a força e a resistência para que possam alçar seu primeiro voo e assim garantir a sua sobrevivência. Se, por acaso, alguém complacente a ajudasse se desvincular do seu casulo, ela não sobreviveria.
A dificuldade, a luta, o esforço, de alguma forma nos faz melhor, mais preparados e, consequentemente nos ajuda no nosso processo de desenvolvimento, nos tornando assim mais preparados para a vida.
Agora, começamos entender que somente na incerteza, na insegurança, conseguimos encontrar os ingredientes perfeitos para o nosso principal objetivo na vida: o nosso desenvolvimento.   
Sabemos que tudo na vida depende exclusivamente do ângulo que a olhamos. Assim, quando diante da próxima incerteza, dos próximos obstáculos, em vez de encaramos como uma situação “ruim”, vamos tentar enxergar uma oportunidade, uma grande oportunidade para o nosso crescimento, exatamente diante da sabedoria da incerteza, da insegurança...