Mesmo que você não acredite, você é o seu maior inimigo ...
Ao longo do tempo, cheguei a uma
compreensão difícil de aceitar, mas profundamente libertadora: muitas das dores
que carrego nascem em mim mesmo.
Os conflitos que enfrento não
surgem do acaso nem apenas das circunstâncias externas. Eles são, em quase sua
totalidade, reflexos da minha forma de pensar, sentir e agir.
Percebi também algo ainda mais
desconfortável: não só crio esses conflitos, como acabo me confundindo com
eles. Repito padrões, entro nos mesmos labirintos e giro em círculos, como se
estivesse preso a uma história que insiste em se repetir.
Essa descoberta, à primeira
vista, desanima. Afinal, se o problema está em mim, não há salvadores, atalhos
nem milagres. Mas é justamente aí que mora a possibilidade de mudança.
Quando não espero mais que algo
externo me resgate, começo a assumir a responsabilidade pela minha própria
transformação.
Continuar vivendo do mesmo modo,
pensando da mesma forma e esperando resultados diferentes é fechar os olhos
para a realidade. A mudança exige coragem: coragem de olhar para dentro,
questionar velhas crenças e rever atitudes.
Quando esse movimento acontece,
algo se desloca. A guerra interna começa a perder força, os conflitos começam a
se dissolver e, pouco a pouco, a paz encontra espaço para existir. Não como um
prêmio final, mas como consequência natural de uma vida mais consciente e
verdadeira.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar
precisando."

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