A liberdade começa quando paramos de pedir aplausos ...

 

Quarta-feira, 07 de janeiro de 2026

Passei anos tentando agradar. Muitas das minhas escolhas não vinham do que eu sentia, mas do que eu imaginava que os outros esperavam de mim. Aos poucos, sem perceber, entreguei minha felicidade nas mãos da aprovação externa. Esse foi o grande engano: tentar viver com verdade apoiado em bases falsas.

Essa necessidade constante de aceitação me afastou de mim mesmo. Para caber nas expectativas alheias, abandonei princípios, silenciei desejos e fui me moldando até quase não me reconhecer. Eu existia, mas não me habitava.

O despertar não foi fácil. Doeu perceber que a felicidade sustentada pelo olhar do outro é frágil, instável e ilusória. Ela depende do humor, do aplauso e do julgamento alheio — e tudo isso muda o tempo todo.

A liberdade começou quando entendi que a felicidade verdadeira nasce da autenticidade. Quando escolhemos ser fiéis a quem somos, mesmo sem aplausos.

É um retorno ao essencial, um compromisso íntimo com a própria consciência. Ali, a paz deixa de ser um prêmio externo e passa a ser consequência das escolhas que fazemos com integridade.

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

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