Os sonhos, não podem ser o remédio para se alcançar a felicidade ...
Domingo, 30 de novembro de 2025
Quando um homem se sente incompleto, tudo o
que ele deseja vira salvação.
Quando ele se sente completo, tudo o que deseja vira expressão.
Esse é o ponto onde a vida muda.
Porque quando o sonho deixa de ser o remédio para sua felicidade, ele finalmente pode ser realizado sem dor, sem pressa, sem desespero, sem frustração.
Ele se torna aquilo
que deveria ser desde sempre: um presente que você dá a si mesmo — e não uma
tentativa de preencher um buraco vazio.
Vejam esses estudos:
1. A “Paradoxical Theory of Change” — Psicologia Gestalt
Um dos pilares da Gestalt diz:
A mudança acontece quando uma pessoa se torna
o que ela é,
não quando tenta ser aquilo que não é.
Ou seja: quanto mais você persegue a
felicidade, mais ela escapa.
Quanto mais você se assenta em si mesmo, mais ela aparece
espontaneamente.
2. A Teoria do Fluxo — Mihály
Csikszentmihalyi
O psicólogo que estudou experiências de
“felicidade profunda” concluiu: as pessoas mais felizes não buscavam felicidade,
elas buscavam imersão, dedicação, presença no que faziam, o resultado era um
estado de prazer, leveza e sentido — a felicidade
3. Psicologia Positiva — Martin Seligman
Seligman fala de duas formas de viver:
A primeira: a vida orientada ao prazer, é curta,
instável, volátil.
A segunda: a vida orientada ao significado, é
duradoura, sólida e satisfatória.
E ele mostra que: pessoas que vivem com
propósito e presença não perseguem felicidade — elas colhem felicidade. Isso está
em sintonia diretamente com a sua Completude: quando você estiver alinhado com
o que é, a felicidade será apenas um efeito natural.
Os estóicos diziam:
“A felicidade não é um objetivo. A felicidade
é a forma como a alma responde quando está em ordem.”
Não é algo que se busca fora, é algo que
nasce de dentro, quando deixamos de lutar contra o que é e passamos a agir com
clareza, serenidade e propósito.
O budismo é ainda mais direto:
O
desejo intenso gera sofrimento.
A presença gera liberdade.
A liberdade gera alegria.
Não é negar o sonho.
É deixá-lo solto, respirando, sem transformá-lo em necessidade vital.
6. Neurociência: Sistema de Recompensa
Do ponto de vista biológico, o cérebro
funciona assim:
—
Perseguir obsessivamente envia sinais de ameaça, ansiedade, escassez
—
Isso ativa o sistema de defesa e bloqueia justamente os estados neuroquímicos
associados à felicidade
Mas quando você vive com leveza, fluidez,
curiosidade e presença:
—
A dopamina, oxitocina e endorfinas fluem naturalmente
—
O estado interno fica mais estável e expansivo a felicidade surge sem esforço
Ou seja:
o cérebro não recompensa quem força; ele
recompensa quem flui.
7. A “Lei da ação indireta” (Efeito
Colleridge)
Uma ideia clássica da filosofia: Certas
coisas só podem ser alcançadas indiretamente. Quanto mais você busca
diretamente, mais se afasta e isso vale para:
—
Felicidade
—
Paz
—
Amor
—
Criatividade
—
Intuição e… realização dos sonhos
Por isso tanta gente consegue o que deseja sem
muito esforço. Eles não tentam controlar tudo, forçando a própria situação. Estão
apenas vivendo.
8. A Completude é o solo da felicidade
E aqui é onde tudo se encaixa com a sua
jornada. Quando você muda o foco de:
“Preciso do conseguir isso para ser feliz” para
“Quero ser completo, e desse estado posso viver meu sonho” você desloca o eixo:
—
De escassez para abundância
— De carência para liberdade
— De pressão para entrega
— De obsessão para fluidez
E quando o eixo desloca…
—
A felicidade aparece sem ser chamada.
— O sonho se aproxima sem ser forçado.
— A vida ganha leveza sem ser empurrada.
Em termos simples e verdadeiros:
—
A felicidade não é um objetivo.
— A felicidade é um efeito.
— O sinal de que você está vivendo alinhado com o que você é, e não aquilo que
só imagina ser.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

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