Um devaneio: O peso da vida e o chamado para a responsabilidade ...
... Eu compreendo você. Sei das suas tensões, dos vazios, da inquietude e da busca incessante por paz. Eu vejo as suas lutas diárias: as preocupações profissionais, familiares, financeiras.
Sinto a dor
dos seus limites humanos, dos sonhos que desmoronam e dos medos que o assombram
– o medo de perder, de não agradar, de não ser o suficiente.
Sei que, muitas vezes, você se sente como um
barco solitário em um mar agitado, envolvido pela solidão, pelo tédio e pelo
cansaço. Eu compreendo seus sacrifícios, as renúncias e o peso das obrigações
que parecem acorrentá-lo. Eu entendo a sua revolta contra a injustiça e o
excesso de ansiedade que você carrega.
Mas, com amor e firmeza, eu lhe digo: Eu te
compreendo, mas não te apoio nisso.
Você é o único responsável por todos esses
sentimentos. Se prefere a autopiedade, culpar o mundo ou tentar controlar o
incontrolável, eu não posso ajudar. Se trocou o autoapoio pela aprovação
externa e o falso amor baseado em sacrifícios, você ignorou a regra máxima:
"Amar ao próximo como a ti mesmo."
O caminho para a libertação começa com a ação.
A raiz de suas dificuldades são os pensamentos negativos que o afastam do seu aqui
e agora. O segredo não está em "pensar" nos problemas, mas em sentir.
Assuma seu corpo, sua respiração e seus
sentimentos, por mais dolorosos que sejam. Não lute contra eles; apenas observe-os,
sem julgamento. Permita que a dor aconteça. Fique do seu próprio lado.
Se, apesar do medo, você escolher tentar e
caminhar, algo belo acontecerá. Você descobrirá que a segurança e a liberdade
são interiores. A causa da sua vida é sua. E quando encontrar o apoio dentro de
si, na sua própria dor, eu poderei, finalmente, dizer:
"Eu te compreendo e agora você tem todo
o meu apoio!"
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
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