O medo do futuro...
Esse medo não é
sinal de fraqueza, mas um convite à individuação: o processo de tornar-se quem
se é. Ao confrontar o desconhecido dentro de nós, começamos a enxergar o futuro
não como um abismo, mas como um campo fértil de possibilidades. A ansiedade que
sentimos é o grito da psique pedindo transformação.
Jung acreditava
que a alma tem um movimento natural em direção à totalidade. O futuro, por mais
incerto que seja, é parte desse movimento. Encará-lo exige coragem, mas também
confiança na sabedoria interior. Quando nos conectamos com o Self — o centro organizador
da psique — encontramos um eixo firme em meio ao caos.
O medo do
futuro, então, pode ser transmutado em força criativa. Pois é no desconhecido
que mora o potencial de sermos mais inteiros, mais autênticos, mais humanos.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m.
trozidio

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