O maior de todos os medos pode ser outro ...
Segunda-feira, 23 de junho de 2025
O medo mais cruel não é o do escuro
ou do abismo, mas o de passar pela vida sem tocá-la de verdade. De
silenciar os próprios sonhos por temer o tropeço, ou calar o coração diante do
julgamento alheio.
Somos muitas vezes prisioneiros de
certezas frágeis, e deixamos que a rotina embace o brilho do que somos.
A alma dói, silenciosa, ao notar que
os dias correm e seguimos distantes de nós mesmos.
O mais terrível arrepio não vem do
fracasso, mas de olhar para trás e ver que não ousamos.
Ser inteiro exige bravura: viver com
o coração à mostra, mesmo quando ele treme.
O erro passa, o medo some, mas a
vida não vivida ecoa. E talvez o segredo seja este: ir com medo, mas ir — ao
encontro daquilo que faz a alma dançar.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."

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