Jejum, por trás da religião ...
Quinta-feira, 27 de março de 2025
Você já observou a quietude que
reside na escolha de renunciar? A privação voluntária, esse ato de pausar
prazeres, hábitos ou bens por um tempo, pode parecer estranha, mas é uma porta
para uma força interior surpreendente.
Ao nos abstermos conscientemente de
algo agradável, convidamos um certo desconforto para a nossa vida. É exatamente
essa experiência, equilibrada entre o desafio e a determinação, que constrói a
nossa resiliência e a capacidade de nos governarmos.
Essa prática milenar, observada em
atos como o jejum, tem uma lógica profunda. A ciência sugere que, ao dominar
nossos impulsos, estimulamos caminhos cerebrais que intensificam a sensação de bem-estar
duradouro, muito diferente da satisfação momentânea do prazer.
Além da clareza mental, a renúncia
nos leva a um encontro mais íntimo com nossa essência. Não se trata de
sofrimento, mas de domínio.
Ao provar que somos maiores que
nossos desejos imediatos, fortalecemos nossa vontade, impulsionamos o
crescimento e nos conectamos a uma fonte de poder pessoal que estava
adormecida. Praticar a pausa é, na verdade, um ato de profunda libertação e
autoconhecimento.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."

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