Palavras e atos ofensivos …
Segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025
(Peço desculpas a todos pela confusão de horários; a jornada em aviões e a mudança de fusos — de 7 horas à frente em Dubai para 12 horas à frente aqui em Okinawa — me deixaram um pouco desorientado no tempo).
No meio dessa desorganização
externa, uma clareza interna surgiu: não vale a pena gastar energia com a
maldade alheia. Pense bem: quem se sente completo e feliz consigo mesmo não
precisa ferir o próximo com palavras duras ou atos de ódio.
A agressividade é quase sempre um
sinal de dor interna e profunda insatisfação.
Compreendi que meu papel não é
entrar no atrito, mas, na medida do possível, tentar enxergar além da raiva.
Ao invés de responder com irritação
ou iniciar uma discussão, o mínimo que posso fazer é buscar a compreensão e,
quem sabe, oferecer algum tipo de ajuda — mesmo que seja apenas não retribuir o
mal.
Manter a serenidade diante do que
nos machuca é a forma mais poderosa de autocuidado. É um ato de amor próprio
que nos permite manter a paz, enquanto deixamos que o outro lide com as
próprias sombras.
Nesse equilíbrio, encontramos uma
força muito maior do que em qualquer confronto.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."

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