Pobre daquele que esquece quem é: a bússola interna ...
Sexta-feira, 31 de fevereiro de 2025
A maior vulnerabilidade que podemos
enfrentar não vem de ameaças externas, mas de um perigo silencioso e interno: o
esquecimento de quem realmente somos. Perder a memória da nossa essência é o
primeiro passo para nos perdermos no mundo.
Quando ignoramos a nossa própria
verdade, criamos um vazio. A ausência de um centro sólido nos torna presas
fáceis. Cedemos, então, o direito de sermos definidos pelas expectativas,
desejos ou críticas alheias, tornando-nos vulneráveis à manipulação.
O ser humano precisa de raízes
internas. O autoconhecimento é o nosso escudo, a nossa bússola mais confiável.
É a única garantia de que as nossas escolhas são genuínas e que a nossa jornada
é, de fato, nossa.
A tarefa mais vital da vida é sempre
se lembrar de si. Só quem se conhece profundamente tem a força e a clareza para
não permitir que o mundo exterior dite quem ele deve ser. Resgatar a própria
essência é um ato contínuo de liberdade e resistência.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."
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