Deus não está no céu, está dentro de nós ...
Sexta-feira, 13 de dezembro de 2024
É natural questionarmos a nossa
ideia sobre o Divino. Por que criamos um conceito de um Deus distante, que nos
observa como um juiz, pronto a recompensar ou punir? Por que a comunicação com
essa força precisa ser sempre mediada ou complexa?
Essa visão levanta questões
importantes, como a crença no "pecado original", uma espécie de
dívida herdada, que ecoa o conceito de que as ações passadas influenciam o
presente.
Essa busca por entendimento nos
remete à figura paterna. Queremos, de fato, um Pai que nos registra os erros
para uma futura punição? Ou ansiamos por um companheiro presente, um guia que
ama sem condições?
Esta reflexão não é uma crítica a
crenças estabelecidas, mas um convite a explorar nossa própria concepção do
sagrado. Para sentir devoção e admiração pela Criação e pelo Criador, não é
preciso seguir rituais específicos.
A crença em algo maior se manifesta
de inúmeras maneiras. Minha própria experiência me leva a sentir o Divino em
cada detalhe: desde a imensidão do universo até a beleza sutil de uma simples
flor. A conexão mais profunda é aquela que nasce da nossa própria percepção.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."
Comentários
Postar um comentário