O poder da escolha: reclamação ou aprendizado? ...
Sábado, 20 de julho 2024
Diante das inevitáveis fricções da
existência, somos confrontados com uma dicotomia crucial: podemos abrir a boca
para a reprovação incessante, vitimando-nos diante de tudo que nos incomoda, ou
podemos abrir a mente para a inquirição.
O hábito da queixa é uma forma de
fixação. Ele nos mantém acorrentados ao problema, esgotando nossa energia e nos
negando a oportunidade de crescimento. Essa reação automática é um desperdício
da nossa liberdade de resposta.
A alternativa reside na alquimia da
adversidade: utilizar o incômodo não como um fardo, mas como um sinalizador
filosófico. Aquilo que nos perturba é, muitas vezes, o espelho das nossas
próprias resistências ou o ponto exato onde reside a lição mais urgente.
A realidade objetiva – o dia, o
obstáculo, a circunstância – permanecerá inalterada. Contudo, ao trocarmos a
lamentação pela análise reflexiva, alteramos radicalmente o nosso resultado
existencial. Não se trata de negar o problema, mas de transformá-lo em
conhecimento, conferindo um novo sentido e poder ao nosso caminho.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."
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