Felicidade não se conquista, se permite ...
Sexta-feira, 08 de março de 2024
A crença comum nos dita que a felicidade
é um prêmio a ser conquistado: um objetivo que só pode ser alcançado através de
intensa luta, aquisições materiais ou realizações externas. Vivemos em um
esforço constante para "caçar" esse estado, exaustos pela própria
perseguição.
Contudo, a verdade mais profunda e
paradoxal é que a verdadeira felicidade não é conquistada, mas sim permitida.
Ela não reside no futuro distante, mas na rendição ao momento presente. É um
estado de ser, não um troféu a ser exibido.
Este estado de permissão
surge quando criamos o espaço para que a serenidade floresça interiormente. Ao
cessar a exigência incessante de que a vida, os outros ou nós mesmos sejamos
diferentes, o barulho mental se acalma. É nesse silêncio que a alegria
autêntica emerge, discreta e genuína.
A simplicidade dessa verdade é
justamente o que a torna tão difícil de ser praticada. Ela exige que
abandonemos o controle e a cultura da performance, convidando-nos a uma entrega
tranquila. A verdadeira jornada para a felicidade, portanto, não é de busca,
mas de desapego – a arte de simplesmente deixar acontecer o bem que já
reside em nós.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem
pode estar precisando."
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