O roubo da consciência: por que você protege seu corpo, mas desperdiça sua mente ...

28 de agosto de 2023

Reflita sobre esta assimetria radical na maneira como valorizamos o que é nosso. Se uma pessoa cedesse seu corpo a qualquer indivíduo, permitindo que ele o usasse e abusasse, você ficaria justificadamente furioso, condenando a falta de respeito pela integridade física.

No entanto, a mente, nosso recurso mais precioso — o assento da razão, do julgamento e da paz —, é entregue com uma prodigalidade vergonhosa. Você permite que o primeiro que lhe conta uma fofoca, uma notícia alarmante ou uma opinião infundada a invada e a perturbe.

O filósofo nos questiona: você não sente vergonha disso? Essa indiferença é uma falha de soberania. Enquanto o corpo é um bem finito e visível, a mente é o único domínio verdadeiramente sob nosso controle.

Ao ceder sua atenção e permitir que pensamentos externos sem valor definam seu humor e suas crenças, você está cometendo uma forma de autossabotagem intelectual. A lição é simples, mas profunda: a mesma vigilância que usamos para proteger nosso espaço físico deve ser aplicada à nossa esfera mental. Se você não pode controlar o mundo externo, pelo menos domine o que você permite que entre e habite no seu santuário interior.

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

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