O espelho da alma: a verdade por trás da irritação ...
Sábado, 25 de fevereiro de 2023
A frase de Carl Jung, de que
"tudo que nos irrita no outro pode nos levar a um entendimento de nós
mesmos", é, à primeira vista, um desafio à nossa autopercepção.
Inicialmente, é mais fácil rejeitar essa ideia, atribuindo a culpa de nossa
irritação aos outros. Contudo, como uma semente de verdade, ela germina em nós
com o tempo, revelando uma sabedoria profunda.
A irritação que sentimos por alguém
é muitas vezes um reflexo daquilo que nos incomoda em nosso próprio interior,
algo que reprimimos e negamos. Aquela característica que tanto criticamos no
outro é, ironicamente, uma parte de nossa sombra, uma faceta de nossa
personalidade que preferimos esconder, mas que clama por ser reconhecida e
integrada.
Ao invés de lutar contra essas
irritações, podemos usá-las como um espelho para o autoconhecimento. Elas são
sinais, faróis que nos guiam em direção a aspectos de nós mesmos que precisam
de atenção e aceitação. A raiva que sentimos por uma pessoa pode ser o impulso
para iniciarmos uma jornada de autoanálise, de forma a entender e curar essas
feridas internas.
Reconhecer que o problema não está
no outro, mas em nós, é um ato de humildade e um passo gigante em direção à
nossa evolução pessoal. A verdadeira liberdade reside em abraçar nossa
totalidade, em vez de rejeitar as partes de nós que nos assustam.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m.
trozidio
Sábado, 25 de fevereiro de 2023
A frase de Carl Jung, de que
"tudo que nos irrita no outro pode nos levar a um entendimento de nós
mesmos", é, à primeira vista, um desafio à nossa autopercepção.
Inicialmente, é mais fácil rejeitar essa ideia, atribuindo a culpa de nossa
irritação aos outros. Contudo, como uma semente de verdade, ela germina em nós
com o tempo, revelando uma sabedoria profunda.
A irritação que sentimos por alguém
é muitas vezes um reflexo daquilo que nos incomoda em nosso próprio interior,
algo que reprimimos e negamos. Aquela característica que tanto criticamos no
outro é, ironicamente, uma parte de nossa sombra, uma faceta de nossa
personalidade que preferimos esconder, mas que clama por ser reconhecida e
integrada.
Ao invés de lutar contra essas
irritações, podemos usá-las como um espelho para o autoconhecimento. Elas são
sinais, faróis que nos guiam em direção a aspectos de nós mesmos que precisam
de atenção e aceitação. A raiva que sentimos por uma pessoa pode ser o impulso
para iniciarmos uma jornada de autoanálise, de forma a entender e curar essas
feridas internas.
Reconhecer que o problema não está
no outro, mas em nós, é um ato de humildade e um passo gigante em direção à
nossa evolução pessoal. A verdadeira liberdade reside em abraçar nossa
totalidade, em vez de rejeitar as partes de nós que nos assustam.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m.
trozidio

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