Agir ou seguir o fluxo da vida? ...
Sexta-feira, 21
de janeiro de 2022
Uma das maiores discussões entre filósofos, gurus e líderes
religiosos é encontrar o equilíbrio entre agir e simplesmente fluir com a vida.
Para muitos ocidentais, a resposta é quase sempre a mesma:
mais ação. Planos meticulosos, determinação, trabalho incansável e pensamento
positivo são vistos como o caminho para o controle da situação. Delegar essas
questões à "Mãe Natureza", por exemplo, é impensável—uma atitude
vista como algo radicalmente oriental.
No entanto, percebo claramente que qualquer posicionamento
extremo nesse sentido é equivocado. O caminho do meio, como defendem os
chineses, parece ser o mais sensato.
Concordo com a necessidade de ação, planejamento e trabalho.
Mas também vejo que preciso de uma outra energia que, sem ela, não chegarei a
lugar nenhum. A lógica é simples: ao plantar uma semente e regá-la (a nossa
ação), estamos fazendo a nossa parte. Contudo, depois disso, queiramos ou não,
dependemos de "forças invisíveis" que atuam junto com a nossa ação
inicial para que o resultado esperado possa surgir.
Não aceitar que dependemos de forças além de nossas próprias
ações não é apenas uma grande incoerência, mas também ignorar a nossa própria
criação.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
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