Conceptualismo – O Segredo de Deus - IV

Terça-feira, 28 de agosto de 2007 

ConceptualismoO Segredo de Deus - VI

Imaginação: a única realidade que existe.

Agora, fica perfeitamente explicado o motivo do sucesso de filmes como "O Segredo" e de todos que defendem a tese de que o homem é o que ele pensa. De fato, quando você imagina, visualiza e sente uma determinada situação, ela tende a se manifestar.

Mas, na verdade, ela não "acontece" como imaginamos, já que nada acontece no mundo material. Aliás, não pode acontecer, porque esse mundo material não existe da forma como você o concebe.

Quando mantemos uma linha de pensamento por muito tempo, ela se torna nosso padrão de vida. Como vivemos uma grande imaginação, passamos a viver esse novo padrão imaginativo.

Podemos tentar exemplificar isso usando o nosso conceito sobre um filme. Sim, um filme que assistimos no cinema. Antes, porém, eu gostaria de fazer uma pergunta: o filme é algo real ou imaginário?

Se você respondeu imaginário, lamento dizer que você errou. O filme existe, sim. Ele é algo palpável, foi pensado, planejado, estudado, construído, cena a cena, até a sua conclusão.

Mas você pode retrucar: — Mas é uma interpretação; o bandido não morre de verdade, e o sangue que aparece na tela é um efeito cinematográfico.

Você tem toda a razão. Mas durante o filme, aquele personagem ficou alegre, sorriu, chorou, sofreu, sangrou... e tudo não passou de uma ilusão. Concorda que, por um momento, nos entregamos a essa ilusão?

Então eu pergunto: por que fazemos isso? Por que todos gostamos de nos entregar às ilusões?

Porque, enquanto fazemos isso, deixamos um pouco de lado a nossa própria existência para vivermos outra vida junto com os personagens do filme.

O ser humano — ou, pelo menos, esse conceito de ser humano que conhecemos — precisa viver experiências diferentes, vidas diferentes, momentos diferentes. Isso faz parte do seu processo evolutivo, mesmo que ele seja apenas uma consciência.

Assim, essa consciência individualizada — que somos cada um de nós — ansiosa, necessitada e querendo se desenvolver, cria não só um, mas vários filmes, que aprendemos a chamar de vida.

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

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