Conceptualismo – o segredo de Deus - VII ...
Sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Conceptualismo – o segredo de Deus - VII
Continuando
a nossa reflexão, dentro desses "filmes" que vivemos, conseguimos
realizar coisas incríveis, como os conhecidos milagres, por exemplo.
Um
milagre nada mais é do que uma ação, uma vontade, uma imaginação que conseguiu
quebrar um forte paradigma imposto pela sociedade.
Pense em
uma doença incurável, onde a medicina desconhece completamente um meio de
repará-la. O portador, ao conseguir imaginar a cura, vence essa barreira,
mudando radicalmente a cena do filme, de doença para cura.
Para os
que presenciaram o fato, a única explicação possível é a de que um milagre
realmente aconteceu. E, na verdade, foi um milagre mesmo.
O milagre
de alguém que conseguiu substituir um velho conceito por um novo, no qual
realmente acreditou ser possível. Alguém que resolveu mudar o filme da sua
vida.
É
evidente que tudo isso ocorre em uma esfera que chamamos de
"inconsciência". O indivíduo que operou o milagre desconhece estes
princípios e utilizou-se apenas do poder da sua imaginação.
No
entanto, quando conhecemos o Conceptualismo, o compreendemos e o aceitamos,
tornamo-nos não apenas o principal personagem desse filme, mas também o seu
diretor, que comanda e controla tudo.
Richard
Bach, o famoso autor de "Fernão Capelo Gaivota" e do incrível livro
"Ilusões", foi extremamente feliz ao fazer um paralelo perfeito entre
a nossa vida e um filme.
Através
dessa comparação, podemos começar a entender como a nossa consciência forma
aquilo que aprendemos a chamar de vida.
Uma vez
aceito, um novo padrão de vida passa a ser vivenciado. Acredito ser importante
destacar que, na grande maioria das vezes, esses padrões, esses modelos de vida
(os filmes), nós os criamos inconscientemente.
Essa é a
principal razão pela qual, muitas vezes, vivemos filmes que não gostaríamos de
experimentar conscientemente.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
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