Aqueles que me tratam mal: por que a insegurança diminui o outro ...


Segunda-feira, 15 de abril de 2024

Quando o convívio com alguém se torna uma fonte de constante humilhação, desvalorização e colapso emocional, é natural que a dúvida se instale, levando-nos à beira do esgotamento. 

Se você se encontra nessa luta, é crucial que estabeleça a primeira e mais difícil fronteira: o problema não é seu.

O tratamento cruel e a tentativa de diminuir o outro são sintomas e não causas. 

Eles são o reflexo da própria dor, do vazio existencial e da profunda insegurança daquele que o inflige. 

Pessoas verdadeiramente autoconscientes e que vivem o amor-próprio não sentem a necessidade de eclipsar o brilho alheio para se sentirem maiores.

A crueldade é, portanto, um ato de projeção. 

O agressor transfere a própria inadequação e a aversão ao seu eu ferido para o alvo. 

A humilhação que você sente é o espelho da miséria que ele se recusa a confrontar.

Para preservar sua sanidade mental, o ato de se retirar ou de blindar-se torna-se imperativo. 

Compreender que o veneno é o produto da ferida interna do outro é o primeiro passo para não beber dele. 

Sua autoestima não deve ser refém da dor e da insegurança alheias.

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

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