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Cartas escritas há quase cinquenta anos

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Lançamento:   Um baú abandonado. Cartas escritas há quase cinquenta anos. Uma menina desaparecida. E uma jornalista que jamais imaginou que, ao procurar por ela, acabaria encontrando a si mesma. Em São Domingos, uma cidade fantasma do sertão pernambucano, Helena encontra no fundo de um antigo baú cartas escritas por Maria das Dores no final dos anos 1970. As cartas revelam a luta de uma mãe contra a seca, a fome e a doença, mas principalmente sua angústia diante do destino da pequena Mariazinha, uma menina gravemente enferma que precisa ser transferida para Recife. Intrigada, Helena decide descobrir o que aconteceu com aquela criança. Sua investigação a leva por estradas do sertão, hospitais, arquivos esquecidos e memórias guardadas durante décadas. Até que, em Recife, uma antiga enfermeira olha para ela e reconhece algo que o tempo jamais conseguiu apagar. O que começa como a busca pelo destino de uma menina transforma-se em uma jornada de descoberta, identidade ...

Aceitar não é desistir ...

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Domingo, 30 de agosto de 2026 A vida continua acontecendo, independentemente daquilo que desejamos. Há um movimento que não conseguimos controlar. Pessoas mudam, circunstâncias se transformam, perdas acontecem e o passado segue seu caminho. Nós podemos lutar contra tudo isso. Mas será que essa luta muda alguma coisa? Tenho aprendido que boa parte do nosso sofrimento nasce justamente dessa resistência . Queremos que algo tivesse acontecido de outra maneira. Desejamos que alguém agisse diferente. Insistimos para que a realidade se adapte àquilo que imaginamos. E, enquanto isso, gastamos energia lutando contra o que já é. Aceitar não significa gostar do que aconteceu. Também não significa desistir ou cruzar os braços. Significa reconhecer a realidade antes de decidir o que fazer com ela. Quando aceitamos o que não podemos mudar, recuperamos uma energia preciosa: aquela que antes gastávamos na resistência. Então podemos perguntar: O que essa situação está tentando me ensinar? O que ainda ...

Um baú abandonado - Lançamento ...

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  Um baú abandonado ... Cartas escritas há quase cinquenta anos ... Uma menina desaparecida ... E uma jornalista que jamais imaginou que, ao procurar por ela, acabaria encontrando a si mesma ... Em São Domingos, uma cidade fantasma do sertão pernambucano, Helena encontra no fundo de um antigo baú cartas escritas por Maria das Dores no final dos anos 1970. As cartas revelam a luta de uma mãe contra a seca, a fome e a doença, mas principalmente sua angústia diante do destino da pequena Mariazinha, uma menina gravemente enferma que precisa ser transferida para Recife. Intrigada, Helena decide descobrir o que aconteceu com aquela criança. Sua investigação a leva por estradas do sertão, hospitais, arquivos esquecidos e memórias guardadas durante décadas. Até que, em Recife, uma antiga enfermeira olha para ela e reconhece algo que o tempo jamais conseguiu apagar. O que começa como a busca pelo destino de uma menina transforma-se em uma jornada de descoberta, identidade ...

Estamos vivendo ou apenas reagindo?

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Sábado, 29 de agosto de 2026 A importância da consciência Vivemos cercados por distrações. Notícias, redes sociais, opiniões, cobranças, desejos, medos. A todo instante, alguma coisa disputa a nossa atenção. E, sem perceber, podemos acabar vivendo no piloto automático . Reagimos ao que acontece. Respondemos às expectativas dos outros. Corremos atrás de desejos que talvez nem sejam realmente nossos. E, pouco a pouco, vamos nos afastando de nós mesmos. Tenho aprendido que permanecer consciente não é algo que conquistamos de uma vez por todas. É um exercício diário . É parar, observar e perguntar: Por que estou fazendo isso? Esse desejo realmente é meu? Estou escolhendo ou apenas reagindo? Muitas vezes, quando perdemos essa conexão, procuramos compensar o vazio com distrações e prazeres rápidos . Por alguns instantes, eles aliviam. Mas logo precisamos de mais. E o ciclo continua. É onde os vícios aparecem. A consciência pode ser o caminho para interromper esse m...

Enquanto acharmos que estamos sempre certos, nada aprendemos ...

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  Quinta-feira, 27 de agosto de 2026 A vida está sempre tentando nos ensinar alguma coisa. O problema é que nem sempre estamos dispostos a aprender. Muitas vezes, diante de um conflito, acreditamos que o erro está no outro. Que o mundo está errado. Que as circunstâncias são injustas. Mas e se o erro também estiver em nós? Essa é uma pergunta difícil. Ela exige humildade . Porque aprender não significa apenas adquirir novos conhecimentos. Muitas vezes, significa abandonar certezas antigas e reconhecer que nossa maneira de pensar, agir ou enxergar uma situação pode estar equivocada. Tenho aprendido que insistir em estar sempre certo pode nos impedir de perceber aquilo que a vida está tentando mostrar. A humildade não é fraqueza. É a coragem de olhar para nós mesmos e perguntar: O que posso aprender com isso? Que parte dessa situação também me pertence? Existe algo em mim que precisa mudar? Enquanto acreditarmos que todos estão errados e apenas nós estamos certos, permaneceremos pres...

Quantos dos nossos problemas nunca aconteceram?

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Quinta-feira, 27 de agosto de 2026 Mark Twain escreveu uma frase que sempre nos convida à reflexão: “Tive muitos problemas em minha vida. A maioria deles nunca aconteceu.” Quantas vezes nós fazemos exatamente isso? Imaginamos uma demissão que ainda não aconteceu. Antecipamos uma doença. Sofremos por uma conversa que ainda teremos. Criamos rejeições, perdas e fracassos que existem apenas dentro da nossa mente. E o mais curioso é que o corpo não sabe muito bem diferenciar um perigo real de uma ameaça que estamos repetindo apenas na imaginação. Assim, sofremos hoje por um amanhã que talvez nunca chegue. Não significa que devemos ignorar os problemas ou deixar de nos preparar para o futuro. Mas existe uma grande diferença entre se preparar e sofrer antecipadamente. Tenho aprendido que nós só conseguimos lidar com aquilo que realmente está diante de nós. O resto são possibilidades. E possibilidades não merecem roubar toda a nossa paz. Por isso, quando a ansiedade c...

Quem estamos esperando para nos salvar?

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  Quarta-feira, 26 de agosto de 2026 Durante muito tempo, nós procuramos alguém que nos compreenda. Alguém que nos aceite, preencha nossos vazios e, de alguma forma, nos ajude a encontrar a felicidade. Procuramos esse alguém em relacionamentos, amizades, mestres e até nas expectativas que criamos sobre as pessoas. Mas existe uma descoberta que pode mudar tudo: talvez estejamos procurando no lugar errado. Richard Bach escreveu que, depois de anos procurando alguém capaz de compreendê-lo e aceitá-lo, descobriu que esse “mágico alguém” era o rosto que via no espelho. Essa ideia não significa que não precisamos dos outros. Nós precisamos de amor, amizade e conexão. Mas talvez não possamos entregar a ninguém a responsabilidade de nos salvar. Tenho aprendido que o relacionamento mais importante da nossa vida é aquele que construímos conosco. Precisamos aprender a aceitar nossas luzes e sombras, reconhecer nossos erros sem nos abandonar e permanecer ao nosso lado, principalmente quando a...