O medo não existe: a ilusão que você escolheu acreditar ...
O medo, em sua essência mais nua e crua, não é uma força externa ou uma fatalidade, mas sim o resultado de uma série de mal-entendidos internos.
Quando o dissecamos filosoficamente, percebemos que ele se alimenta de conceitos distorcidos – crenças limitantes que, por conveniência ou automatismo, escolhemos aceitar como verdades absolutas.
É a nossa tendência em optar pelo erro confortável que o mantém
vivo.
Deixar-se levar por essa torrente de ansiedade e apreensão é abdicar da própria autonomia.
Neste estado de passividade, a primeira perda é a confiança em si mesmo, nas suas capacidades inatas de lidar com o imprevisto.
A segunda, e talvez mais profunda, é a desconexão com as forças e a ordem que governam a existência.
Não falo de misticismo, mas
da fé na inerente capacidade do universo (ou da vida) de prover e sustentar.
O medo, em última análise, é a projeção da nossa desconfiança.
Ele é o reflexo da mente que falha em reconhecer a própria luz, optando por habitar a escuridão da incerteza.
A superação não
reside em combatê-lo, mas em reeducar o olhar, desfazendo o mal-entendido e
resgatando a confiança perdida—o verdadeiro antídoto contra o terror.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m. trozidio
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