O roubo da consciência: por que você protege seu corpo, mas desperdiça sua mente ...
Reflita sobre esta assimetria radical na maneira como valorizamos o que é nosso.
Se uma pessoa cedesse seu
corpo a qualquer indivíduo, permitindo que ele o usasse e abusasse, você
ficaria justificadamente furioso, condenando a falta de respeito pela
integridade física.
No entanto, a mente, nosso recurso mais precioso — o assento da razão, do julgamento e da paz —, é entregue com uma prodigalidade vergonhosa.
Você permite que o primeiro que lhe conta uma
fofoca, uma notícia alarmante ou uma opinião infundada a invada e a perturbe.
O filósofo nos questiona: você não sente vergonha disso?
Essa indiferença é uma falha de soberania. Enquanto o
corpo é um bem finito e visível, a mente é o único domínio verdadeiramente sob
nosso controle.
Ao ceder sua atenção e permitir que pensamentos externos sem valor definam seu humor e suas crenças, você está cometendo uma forma de autossabotagem intelectual.
A lição é simples, mas profunda: a mesma vigilância que usamos para proteger nosso espaço físico deve ser aplicada à nossa esfera mental.
Se você não pode controlar o mundo externo,
pelo menos domine o que você permite que entre e habite no seu santuário
interior.
"Se essa mensagem tocou
você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m. trozidio
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