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Eu Não Posso Mais ...

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Quinta-feira, 08 de julho de 2010 Eu Não Posso Mais Negligenciar Finalmente, começo a entender e a aceitar que toda a natureza sempre existiu para que eu pudesse nascer. Ela existe para me manter vivo, e a cada instante, ela tenta me ajudar em meu desenvolvimento de todas as formas possíveis e impossíveis. Eu não posso mais negligenciar esse fato. Eu não posso mais permitir que a minha ignorância impeça que a Mãe Natureza exerça o seu papel. Eu não posso esquecer que a cada novo dia, uma avalanche de oportunidades surge à minha frente, oferecendo possibilidades para o meu crescimento. Eu não posso mais permanecer desatento a todas essas oportunidades. Eu não posso mais manter essa postura, totalmente inconsciente do momento presente , onde tudo isso acontece. Eu Não Posso Mais.   "Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando." m. trozidio conheça meus livros

É muito difícil viver ...

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Quarta-feira, 02 de junho de 2010 A Dificuldade de Ser Feliz a Dois Viver é, de fato, muito difícil. E se pensamos em ser felizes na companhia de alguém, a tarefa se torna ainda mais árdua. O ser humano tem a incrível capacidade de complicar tudo, especialmente aquilo que poderia lhe trazer a verdadeira felicidade. Sempre acreditando que o destino lhe reservou algo, ele vive em função dessas crenças, ignorando a realidade que se apresenta à sua frente. Para aqueles que se veem como não amados, nem mesmo o maior amante da natureza seria capaz de convencê-los do contrário. Da mesma forma, para aqueles que creem que ninguém faz nada por eles, todo o esforço do universo se torna obsoleto. E para aqueles que, inconscientemente, desejam continuar sofrendo, tudo o que existe parece estar ali para prejudicá-los. O que fazer, então? Acredito que o melhor é deixar essas pessoas crescerem. Quem sabe, no futuro, elas consigam enxergar que você as ama e deseja, de coração, fazê-las f...

Acho que vou me condenar ...

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Sexta-feira, 07 de maio de 2010 A Solidão da Compreensão Depois de um tempo de solidão e reflexão, comecei a entender melhor não apenas a vida, mas também as pessoas. A maldade, a revolta, a falta de compreensão e a falta de escrúpulos me fazem cogitar seriamente viver assim: sozinho, contemplando de longe essa Divina Comédia Humana . Envolvido por problemas de relacionamento e cercado por pessoas capazes de "tudo" para satisfazer seus egos , a decepção chegou a um nível insuportável. Esse estado me fez querer desistir de tudo, de todos, e me trancar em um calabouço frio e vazio , um lugar de paz, livre de decepções. Hoje, minha compreensão atingiu um patamar nunca antes alcançado. Estou feliz por entender melhor tudo isso, mas, ao mesmo tempo, extremamente triste por ver e saber dessa realidade tão deprimente. Eu tento continuar, mas agora, apenas observando. Hoje, posso compreender por que algumas pessoas escolhem viver sozinhas e por que outras não conseguem encontrar ning...

O velho mestre e o jovem triste ...

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Terça-feira, 13 de abril de 2010 A Lição do Sal e do Lago Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse. — Qual é o gosto? — perguntou o Mestre. — Ruim — respondeu o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu que o jovem pegasse outra mão cheia de sal, levando-o a um lago. Em silêncio, o jovem jogou o sal na água. O velho então disse: — Beba um pouco dessa água. Enquanto a água escorria pelo queixo do jovem, o Mestre perguntou:  — Qual é o gosto?  — Bom! — disse o rapaz.  — Você sente o gosto do sal? — perguntou o Mestre.  — Não! — respondeu o jovem. O Mestre, então, sentou-se ao lado dele, pegou em suas mãos e disse: — A dor na vida de uma pessoa não muda. O que muda é o sabor da dor, e isso depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que deve fazer é expandir a sua perspectiva. Dê mais valor ao que você tem do que ao que você perdeu. Em outras palavras: deixe de ser um copo par...

Enquanto o Amor existir, há a esperança de felicidade ...

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Terça-feira, 23 de março de 2010 O Encontro com a Felicidade Depois de anos de turbulência, quando eu já estava prestes a desistir, ela surge: linda, majestosa e cheia de encantos. — A felicidade ainda existe. — disse-me uma voz distante. Perplexo, não acreditei no que ouvia. A vida havia me transformado em um cético frio e calculista, ríspido, sem emoções, que por vezes duvidava até mesmo da própria existência. — A felicidade ainda existe. — continuou a voz. Mais uma vez, procurei ao meu redor. Sem sinais, sem indícios de nada parecido. — A felicidade ainda existe. — a voz não parava. Eu, já impaciente, desejava brigar novamente com tudo. — Está bem! Está bem! — eu disse. — A felicidade existe, mas onde ela está? De repente, uma forte pontada no peito me chamou a atenção. — Estou aqui, e em mais nenhum outro lugar. Qualquer coisa que você encontre fora do seu coração, além de passageira, pode e deve lhe trazer muita dor. Mas quando você for capaz de sentir a feli...

Conversando com um psiquiatra ...

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Sexta-feira, 18 de setembro de 2009 A Anomalia da Alma "Meu amigo, essa anomalia é mais comum do que as pessoas imaginam." Você pode escolher seus objetivos de vida e também "matar" aqueles que não deseja mais. No entanto, quando você decide matar um desejo que está realmente em seu coração, deve se lembrar de que, mesmo morto, você não conseguirá tirá-lo de dentro de você. No início, você não perceberá nada de anormal. Mas, com o tempo, esses desejos mortos começam a apodrecer e, junto com eles, você também. A princípio, você tenta resistir, lutar contra a terrível depressão que se forma. Depois de um tempo, com a ajuda de medicamentos , você tenta enganar a si mesmo, em uma tentativa alucinante de se manter vivo. Por fim, aqueles que aprendem a conviver com essa situação precisam fazer uso de remédios poderosos apenas para conseguir seguir em frente. O resumo da ópera: Depois dessa conversa, pense muito bem antes de matar qualquer coisa que esteja em seu coração....

Janela de vidro ...

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Quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009 A Janela da Percepção Do âmago do nosso ser, contemplamos um mundo externo conectado por elos invisíveis , que parecem obscuros à nossa percepção. É como se olhássemos através de um vidro: às vezes, ele está límpido e cristalino; outras vezes, sujo e empoeirado. Por essa lente interna , o mundo se revela belo e harmonioso, ou, ao contrário, turvo e carregado de crostas psicológicas nocivas, que nos tornam desmotivados, deprimidos e revoltados. Nessa perspectiva, tentamos corrigir o que está fora de nós, ajustá-lo e modificá-lo, pois honestamente acreditamos que ali reside a chave para a nossa felicidade. Insistimos em limpar o mundo de uma sujeira que, por toda a vida, pensamos estar depositada nele. Assim, observamos o mundo por essa janela de vidro. Alguns, com sua teimosia e persistência, chegam ao final da jornada e, finalmente, compreendem a verdade. Percebem que não era o mundo lá fora que era feio ou sujo. Eles entendem que passaram a vida...