Viver ou Apenas Existir? ...


Quarta-feira, 30 de junho de 2026

"Não devemos pensar que o mais importante é viver, mas sim viver de forma coerente."

Sócrates

Todos nós desejamos viver muitos anos. Cuidamos da saúde, fazemos planos para o futuro e buscamos segurança para nós e para quem amamos. Tudo isso faz sentido.

Mas Sócrates nos convida a fazer uma pergunta ainda mais importante: como estamos vivendo?

De pouco adianta uma vida longa se ela estiver distante dos nossos valores. Podemos conquistar sucesso, dinheiro e reconhecimento, mas, se abrirmos mão da honestidade, da compaixão ou daquilo em que realmente acreditamos, algo dentro de nós se perde.

Viver de forma coerente significa alinhar pensamentos, palavras e atitudes. É fazer o que consideramos certo, mesmo quando ninguém está olhando. É permanecer fiel aos nossos princípios, mesmo quando seria mais fácil seguir o caminho mais conveniente.

Isso não significa ser perfeito. Todos nós erramos e, em alguns momentos, nos afastamos daquilo que desejamos ser. A coerência não está em nunca falhar, mas em ter a humildade de reconhecer os erros e recomeçar.

No fim das contas, não seremos lembrados apenas pelo tempo que vivemos, mas pela forma como escolhemos viver.

Talvez a verdadeira medida de uma vida não esteja na quantidade de anos que ela teve, mas na qualidade das escolhas que fizemos ao longo do caminho.

Porque existir é um presente da vida.

Mas viver com coerência é uma escolha que fazemos todos os dias.

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m. trozidio

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QUEM SOU EU?


Ele perdeu tudo, inclusive a memória, mas não a capacidade de amar.

Encontrado desfalecido nas areias de uma praia selvagem em Portugal, um homem desperta em uma UTI após três meses de um coma profundo. Sem documentos e sem uma única lembrança sobre seu passado, ele enfrenta o maior vazio que um ser humano pode experimentar: não saber quem é.

No entanto, em meio ao "borrão" de sua mente, emergem talentos inexplicáveis. Ele possui a caligrafia perfeita de um mestre, a habilidade técnica de um programador de elite e uma sensibilidade quase mística para ler as emoções de quem o rodeia.

 Enquanto reconstrói sua vida do zero — ganhando o apelido de "Capitão" por sua ligação instintiva com o mar —, ele mergulha em uma jornada de autodescoberta guiada pelos princípios do estoicismo e da filosofia.

Nesse caminho de incertezas, ele encontra na Dra. Suellen, sua neurologista, mais do que uma médica; ele encontra uma conexão que desafia a lógica e o tempo. Juntos, eles precisam descobrir se as respostas para o mistério de sua identidade estão escondidas em arquivos digitais, em um antigo veleiro ou no brilho da primeira estrela da noite.

 "Quem Sou Eu?" é uma história humana e emocionante sobre recomeços, mostrando que, mesmo quando o cérebro apaga o passado, o coração guarda as verdades que realmente importam.


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