O destino ou aquilo que escondemos? ...


Sexta-feira, 26 de junho de 2026

"Primeiro diga a si mesmo o que você esconde, depois pare de chamar isso de destino."

Carl Jung

Há momentos em que culpamos o destino por tudo o que nos acontece. Dizemos que nascemos para sofrer, que sempre escolhemos as pessoas erradas, que a felicidade nunca nos encontra. Mas será que é mesmo o destino?

Muitas vezes, o que chamamos de destino é apenas a repetição daquilo que nunca tivemos coragem de enxergar. Escondemos nossos medos, nossas inseguranças, o orgulho, a dificuldade de perdoar ou de admitir que precisamos mudar. Enquanto isso permanece escondido, continua comandando nossas escolhas.

É mais confortável acreditar que a vida decidiu por nós. Afinal, assumir a responsabilidade pelas próprias atitudes exige coragem. E coragem nem sempre é ausência de medo; é a decisão de olhar para dentro, mesmo quando o que encontramos não nos agrada.

O autoconhecimento não serve para nos condenar, mas para nos libertar. Quando reconhecemos nossas sombras, elas deixam de controlar nossos passos. O que antes parecia um caminho inevitável passa a ser apenas uma escolha que pode ser transformada.

Talvez o maior poder que temos seja justamente este: deixar de viver no piloto automático e assumir a autoria da própria história.

O destino pode até nos apresentar circunstâncias. Mas é a sinceridade com que encaramos quem realmente somos que define, em grande parte, o rumo da nossa vida.

Parte superior do formulário

Parte inferior do formulário

 

"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."

m. trozidio

conheça meus livros


Nunca Mais Outra Vez


Pode o homem que você mais amaldiçoou no trânsito de São Paulo ser o bilionário recluso que o destino reservou para salvar seu coração?

Helena, uma empresária bem-sucedida, jurou nunca mais amar após um casamento fracassado, mas sua vida colide com um velho Fusca vinho que ameaça o maior contrato da sua agência. Sem saber que o motorista daquela "sucata" é, na verdade, o magnata da informática por trás do negócio milionário, ela embarca em uma jornada que a levará do caos urbano ao balanço de um veleiro na costa de Portugal. É um drama sobre como o ser humano complica a própria existência ao criar fantasmas psicológicos para evitar a vulnerabilidade de um novo afeto.

Nunca mais outra vez utiliza a sincronicidade de Jung para tecer uma trama onde o acaso não existe, oferecendo uma leitura profunda sobre os encontros providenciais que moldam nosso destino.

conheça meus livros



Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A Força de um Caminho ...

Sábias palavras chinesas ...

As Verdades Que Eu Preciso Compreender ...