O hábito como destino: a excelência e a ruína em nossas repetições ...
Segunda-feira, 12 de abril de 2023
A máxima de Aristóteles de que “somos
o que fazemos repetidamente” é um lembrete profundo da força que a repetição
exerce sobre o nosso caráter. A excelência não é um evento isolado, mas o
resultado de um hábito cultivado com diligência. Essa mesma lógica se aplica,
infelizmente, aos nossos maiores problemas.
Essa sabedoria ancestral nos convida
a um cuidado vigilante com nossos pensamentos e atitudes repetitivas. Cada
escolha, por menor que seja, é uma semente plantada em nosso solo interior. Se
essa semente for negativa — um pensamento de autocrítica, uma atitude de
procrastinação, ou uma reação impensada —, ela tem o poder de se enraizar e se
tornar um hábito. E quando a repetição se solidifica, a consequência é a
criação de um grande problema em nossa vida, uma barreira erguida por nós
mesmos.
O verdadeiro poder de transformação
reside na consciência desse ciclo. O caminho para a excelência ou para a ruína
não é um passo gigantesco, mas uma série de pequenos passos repetidos. A
mudança começa com a intenção de romper com os padrões negativos e, em seguida,
com a disciplina de cultivar novos hábitos. Nossas repetições diárias não são
apenas rotinas, são a arquitetura do nosso destino.
"Se
essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar precisando."
m.
trozidio
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