A verdade do escritor e as manchas de tinta da existência ...
Meu amigo, um escritor que me
sussurra inspirações, uma vez me confidenciou que a verdadeira essência de um
autor não se revela nas palavras polidas que ele publica, mas sim nas manchas
de tinta que vai deixando ao longo da vida. São nesses pequenos borrões, nos
rascunhos rasgados, nas anotações esquecidas e nos gestos não planejados que a
alma de quem escreve se manifesta.
A figura pública que o mundo
conhece, o personagem que ele mesmo constrói, não passa de uma ficção, uma
persona cuidadosamente criada para o palco da existência. É uma máscara, uma
ilusão que se sobrepõe à realidade da vida. A verdadeira identidade se esconde
sob a superfície, naquilo que não é ditado nem roteirizado. Apenas em momentos
de desatenção, de vulnerabilidade, que essa verdadeira essência se revela.
Assim, o que os outros veem é um
personagem. A verdade, contudo, está nas imperfeições, nas histórias não
contadas e nas marcas invisíveis que a vida e a escrita deixam em quem se
atreve a viver e criar.
"Se essa mensagem tocou você, compartilhe com quem pode estar
precisando."
"Se esta reflexão encontrou eco em você, talvez goste de conhecer
meus livros, onde continuo essa mesma conversa por outros caminhos."
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